sábado, 14 de outubro de 2017

Num mar de releases masculinos chatos, unit de performance do SEVENTEEN vira azarão com 'Lilili Yabbay'


Os últimos dias tem sido recheados de lançamentos de boygroups lá na Coreia do Sul. A galera só esperou passar um feriado lá e, uou, soltaram um monte de conteúdo. GOT7, NU'EST, UP10TION, SF9 e mais um monte de nugus... Todos com canções bem fracas, parecidas demais entre si, datadas ou que mal chegam ao nível de "aceitável".

Entretanto, teve quem se diferenciasse nessa patotinha aí. E para minha surpresa, veio de uma unit do SEVENTEEN. Confiram Lilili Yabbay (13th Month’s Dance):



Eu tenho plena consciência de que a maioria de vocês não dá muito passe livre para esses números Future Bass, pois já li reclamações aqui de que, na maioria das vezes, as faixas são montadas de modo que os refrãos sejam só uma barulheira descomunal com o título repetido várias vezes.

"Lilili Yabbay" vai mais ou menos nessa linha, mas funciona tão bem em todos os sentidos. As guitarras se somando aos sintetizadores na backtrack dão um clima tenso interessante de escutar. Os momentos minimalistas dela, principalmente no rap da bridge, são ótimos. A explosão sônica do refrão parece ser sido tirada de um Nintendinho. E, de fato, há uma onda ~futurista~ na produção toda que totalmente cola comigo.

Obviamente, o MV espetacular, com eles dançando pra cacete na frente do Brooklyn Borough Hall, dobra o aproveitamento. É legal, pra variar, um grupo utilizar a coreografia como parte da experiência em vez de apenas um complemento. As pessoas falam muito sobre o K-Pop também ser sobre dança e performance, mas são poucos os que têm entregado coisas realmente memoráveis nesse quesito nos últimos tempos. Ponto pros caras da unit, ponto pro SEVENTEEN.





A propósito, ela e essas outras duas faixas com outras subunidades do grupo servem de pré-release para a divulgação do álbum, ainda sem título, que eles lançarão no dia 06 de novembro. "Change Up" é divertida de escutar, embora não me desperte muita vontade de repetir. Já "Trauma" funciona como como um número de Hip Hop sem cair em maneirismos que costumam me incomodar nessa cena coreana.

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Btw, nesses últimos tempos, a Pledis divulgou coisa do Pristin, do NU'EST e tá botando dinheiro em vários troços pro LP do SEVENTEEN. Bem que essa boa vontade podia rolar pro Orange Caramel, né? Eu sei que elas já estão ~velhas~ pra segurar o aegyo creepy que é a assinatura sonora e visual delas, mas bem que podiam apelar prum sexy concept creepy. Seria hecatômbico...

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