sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Em 'Good Night', DIA agora tenta acontecer apelando pra moda tropical


A MBK está tentando tanto com o DIA. Se não perdi as contas, só esse ano já foi um LP, um single e um mini-álbum lançado em três versões diferentes. Talvez por medo de falir sem o T-ara arrancando dinheiro dos chineses? Deve ser. Quer dizer, só isso para justificar elas virem agora com um repackage apelando pra cartada do tropical house.

Confiram Good Night...



Eu já falei isso em outros posts, mas não custa repetir para os recém-chegados: acho o DIA um dos girlgroups menos interessantes da atualidade. A maioria absoluta do repertório delas se divide entre canções horríveis ou números agradáveis, porém excessivamente genéricos, logo, esquecíveis. É até irônico elas serem tão sem identidade, mesmo fazendo parte da MBK, que costuma dar pros seus atos uma linha sonora facilmente identificável.

E enquanto "Can't Stop", title original do mini, soava como uma demo descartada do G-Friend, sem tirar nem por, essa "Good Night" só aproveita sei lá quantos maneirismos da onda tropical sem agregar nada ao estilo, sem se diferenciar, sem nada. Comparem com, sei lá, Zoo, do Red Velvet, ou Dont't Believe, do Berry Good. "Good Night" totalmente se apaga. E, por associação, o DIA também.

Que tédio.



Btw, eu falei que a maioria do repertório delas é uma bosta, mas a exceção à regra é essa "Lo Ok", que elas lançaram com a subunidade BCHCS pra uma das versões do mini anterior. O instrumental retrô mais encorpado, a melodia grudenta e a letra totalmente me pegaram. É bem provável que esteja rankeada bem alto na minha lista de fim de ano.

Mil vezes demitirem as outras quatro de focarem as atenções só nessa unit daqui pra frente. Ou não?

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