sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Daoko está de volta com 'Game', 'Daisuki', 'Bang!' e 'Fashion'


Continuando com a minha saga de deixar esse blog cada vez mais nipônico, agora é a vez de eu comentar o novo single da Daoko.

Eu ainda não falei sobre ela aqui no blog, mas a galera que me acompanhava lá no outro site que eu fazia parte deve lembrar de mim elogiando-a deliciosamente pela música ShibuyaK, uma das minha favoritas de 2015, sendo um synthpop todo alternativo e hediondamente grudento, capaz de viciar qualquer um que escute-a já na primeira ouvida.

Pois bem, ela está de volta lançando um single em QUATRO PARTES. Ele não tá no Spotify para eu linkar aqui, mas todas as músicas ganharam videoclipes e, enfim, comentarei logo abaixo.


O EP (posso chamar assim?) começa com Moshimo Bokura ga GAME no Shuyaku de, um Pop delicioso e totalmente calcado no New Romantic dos anos 80, recheado de sintetizadores que lembram arcades antigos, bem uptempo e acrescido de algumas variações de andamento.

Particularmente, a música ganhou bastante gás comigo quando assisti o clipe "Kyary Pamyu's Style" ai de cima, com ela enfrentando os blues brothers em diferentes plataformas de videogames. Curti muito.


Daisuki é uma parceria com o DJ e produtor musical TeddyLoid, sendo o momento mais alternativo do trabalho. É um Dance que, novamente, usa sintetizadores lembrando soundtracks de games dos anos 80, mas acaba por surpreender a partir do refrão, quando o andamento vai pras alturas num dubstep bem esquizofrênico. A loucura fica ainda maior lá na bridge metaleira, com ela mandando uns raps gritados após um solão de guitarra. Sensacional...


Por comparação, BANG! acaba sendo a mais meia boca de todas. Não que seja ruim, e nem é. Eu curti bastante esse Pop mais orgânico e tocado de maneira contínua, tipo Happy, do Pharrell, ou Hey Ya!, do OutKast. Só que ela acaba perdendo um pouquinho do brilho em comparação com as duas anteriores...


Encerrando, ela incluiu também o CF para a Reebok que ela soltou há uns meses. FASHION não tem nadinha a ver com as demais tracks e nem tem a assinatura sonora dela, mas vale a escutada por ter uns elementos de Jazz bem legais.

Vejam as capas:

versão normal
versão limitada A, que vem com um DVD dum show dela

versão limitada B, que vem com tudo acima + os videoclipes

E o J-Pop dos últimos tempos segue sendo bem mais interessante que o K-Pop. É a vida.

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