quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jimin Park está de volta com 'Try' e o mini-álbum está bem mais interessante que o lead single


A Jimin Park deu um soco no estômago de todo mundo ano passado quando lançou "Hopeless Love", uma power ballad toda experimental, lembrando bastante os trabalhos da FKA Twigs, mas de uma maneira bem mais bem cantada e expressiva.

O MV também veio nessa pegada indie, com ela disputando a atenção de um cara com a amiga (ou de uma mina com um amigo, a interpretação ficou dúbia), isso tudo numa fotografia remetendo ao cinema europeu. Lembro que viciei imediatamente e até a coloquei em quinto lugar na lista de melhores faixas do K-Pop em 2015 que fiz lá para a Rádio J-Hero.

Toda essa introdução é para eu justificar o fato de eu estar dedicando um post solo para o follow-up meia boca que ela soltou essa semana, Try. Vejam ai o MV...


É, não é ruim não, mas tá bem básico. No final das contas, é uma música que qualquer solista, com boa voz ou não, poderia lançar.

A maioria da back track é levada por acordes de violão e guitarra, que vão crescendo de maneira pacata até o refrão. Tá tudo bem cantando e bem tocado. A voz da Jimin é uma das melhores do K-Pop atualmente e só o fato dela se limitar a levar toda a canção apenas respeitando a melodia em vez de gritar descontroladamente já é um ponto.

O MV também está bem bonito, solar e etc. E ela tá gata loira. Felizmente, não emagreceu muito, coisa que eu tinha medo. Tá okay.

Resultado de imagem para jimin park try
A capa está maravilhosa...
A título de curiosidade, embora a faixa que a JYP escolheu como lead single para ela seja esse troço aguado ai, todo o resto do mini-álbum vale muito a ouvida. Como já sei que não vou ter tempo para um review mais detalhado e não quero deixar isso passar, vou dar os meus pitacos sobre o 19 to 20 aqui nesse post mesmo.

A segunda faixa, Young, uma mistura maravilhosa de Disco Music com House, bem festiva, pra cima e todos detêm todos os adjetivos que esse tipo de canção necessita. Até o rap do menino lá do DAY6 casa de maneira coerente com o conjunto final.

Walkin' e Answer seguem mais pela linha do trap. A primeira tem o auxílio do rapper Hash Swan e ganha todo um tom mais "Cowboy Bebop" com os saxofones dramáticos aqui e ali. A seguinte, vai adquirindo alguns elementos do Deep House que a aceleram levemente no refrão, soando como algo que algum grupo britânico lançaria e hitaria, como o Disclosure ou o AlunaGeorge.

Por fim, To Him aparece com cara de que será uma daquelas baladinhas básicas que fecham álbuns, mas também caminha para um rumo eletrônico conforme os segundos vão passando.

É um EP que vale bem mais a pena ser apreciado do que a música de trabalho indica, já que segue numa levada absurdamente diferente do que o que é mostrado nela. Deixarei ele linkado aqui abaixo junto com outras coisas que a Jimin já fez. Aposto que vocês também notarão que tem algo "a mais" nela que vale a pena se apegar.

O mini-álbum...


O single dela no ano passado...


Ela com a Baek Yerin no 15&...


Ela slaying nos vocais cantando Ailee no Qual É a Música...

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